Com muita alegria, comemoro um mês de lançamento do meu primeiro romance.
Tem sido uma travessia deliciosamente vertiginosa, feita de aprendizados, grandes alegrias e desafios.
A maior alegria é, sem dúvida, saber que 19 pessoas acreditaram em minha história e dedicaram seu tempo para desbravarem o universo da protagonista Nina, e apreender como seus conflitos ressoam em cada um.
Por isso, acredito que a escrita tem uma função coletiva. O processo criativo geralmente é bastante solitário, exige uma dedicação que faz o mundo externo desaparecer, e mobiliza diversas energias internas, memórias, sensações, paisagens inexploradas.
Mas, quando as palavras ganham um corpo, a solidão se desfaz. E essa sensação de ter o mundo preenchido por outras vozes, vidas e dramas me ajudou a me constituir como ser humano, redefinindo os contornos da minha existência. A leitura me fez compreender que eu jamais estaria sozinha.
Nina carrega pedaços de cada um de nós, porque somos feitos de recuos, silêncios, anseios, aprendemos a caminhar, mesmo quando contundidos, e sentimos uma fonte limpa e secreta em algum lugar em nossa alma que nos impulsiona a tentar existir plenamente.
Te convido, carinhosamente, a mergulhar nessa história!
Todas as informações sobre o livro e as crônicas que já escrevi sobre ele estão no menu.
Que A garota napolitana ainda abrace muitos leitores, e que a escrita continue provocando, propondo e rompendo fronteiras!