Para responder essa pergunta, preciso percorrer os meandros misteriosos do processo criativo.
De certa forma, A garota napolitana já estava pronta dentro de mim, esperando para emergir. Desde quando? Não sei. Cada fio narrativo foi se costurando em silêncio, formando um emaranhado de perguntas, reflexões, vivências e observações.
O personagem nasce e, por um tempo, permanece um mistério. Por isso, provavelmente vou passar a vida inteira tentando compreender a complexidade de Nina, A garota napolitana, e das mulheres que caminham ao lado dela.
Porque elas também nasceram. Menos explosivas, talvez, mas igualmente insistentes. Nina foi finalizada em setembro de 2024, como já contei em outros textos. Enquanto eu a preparava para o mundo, em versão e-book e de forma totalmente independente, a necessidade de continuidade começou a me atravessar, como uma sede irrefreável.
As ideias foram esboçadas de maneira hesitante, mas, entre junho e julho de 2025, Tessa e Cintia jorraram. Foram essas mulheres e suas jornadas que me impulsionaram a construir um universo em torno de suas vidas, dilemas e batalhas.
Há também um fio condutor especial, a banda fictícia Selvagens Inocentes, que simboliza minha paixão pela música e as transformações profundas que ela sempre me ofereceu.
No meu blog, você encontra um resumo de cada volume da série As Garotas.
E, ao buscar A garota napolitana na Amazon, poderá degustar o primeiro capítulo do próximo lançamento, A garota russa.
Obrigada por entrar comigo nesse universo!