Eu, Nina, a protagonista, te convido a comemorar comigo!

Olá, eu sou a Nina! A garota napolitana.

Faz exatamente 3 meses que minha história encontrou leitores. Isso me causa espanto, no melhor sentido, porque fiquei me perguntando se minha vida é interessante ao ponto de se tornar um livro.

Fiz uma breve reflexão, usando meu olhar jornalístico, e concluí que sim, não porque eu tenha uma vida extraordinária, mas porque podemos nos reconhecer naquilo que temos de vulnerável, nas nossas dores e alegrias.

Acredito também que podemos dialogar sobre questões difíceis, como a aversão a quem é diferente, relacionamentos tóxicos, machismo…

Escrevo pra vocês do ano de 2005, e muitas pessoas debatem um ponto importante: será que o avanço tecnológico e a internet podem ampliar nossa visão de mundo, ou estou sendo ingênua?

Não quero ser pessimista, porque é um momento para celebrar. Então, agradeço a todas as pessoas que mergulharam em minha história, se sentiram tocadas e toparam dialogar.

E, pra quem ainda não conhece, peço uma chance, porque sei que tem um pedaço seu em minha jornada.

Aliás, aos três meses, um bebê começa a sorrir.

Devo isso a vocês.

Um abraço,

Nina.

Lançamento: A garota napolitana

Meu romance nasceu no dia 11 de setembro de 2024. E jorrou. No dia 11, estava chorando e se debatendo como um recém-nascido.

Mas o choro era de alívio.

Ansioso, tentou andar, falar, dançar. Para tornar sua dança harmoniosa, comecei a lapidação, e foi um processo intenso: às vezes, doloroso como uma cirurgia sem anestesia, outras vezes, me senti abraçada pela doçura de um começo.

Após mergulhar nos meandros do mercado literário, que, por si só, rende uma tese, decidi me tornar autora independente. Então, começou uma aventura vertiginosa.

Adendo importante: precisei ser social media, diagramadora e designer, dando conta de todos os processos e detalhes que, quando resolvidos, revelavam outros.

Optei pelo formato e-book via Amazon, decisão que fez minha versão escritora de 20 anos torcer o nariz, porque, sejamos justos: ela queria cheirar o livro, niná-lo no peito, autografá-lo. Mas expliquei pra ela que os tempos mudaram, e que certos sonhos podem ser ajustados sem perderem sua beleza.

Esse formato trouxe surpresas inesperadas: programas de formatação gratuitos, publicação sem custo inicial, grande alcance. Porque, convenhamos, lançar um livro físico exige um investimento considerável.

E há também o apoio sempre bem-vindo das pessoas que vivem esse sonho comigo, porque acreditam no poder da arte verdadeira, que precisa brotar e reverberar.

Acredito que a escritora de 20 anos está satisfeita. A de 45 aprendeu que jamais devemos negligenciar o que pulsa dentro de nós, o que pede para existir.

Finalmente, A garota napolitana existe, e está te esperando!

Me contem como foi o seu encontro com a Nina, e uma avaliação lá na Amazon faz toda a diferença.

Um abraço carinhoso!