Escreva!

Escreva!

No bloco de notas do celular, no caderno, no notebook… Escreva seus pensamentos, impressões, anseios, sonhos, metas. Faça listas divertidas.

Invente: um personagem, um lugar, uma trama.

Não tenha medo: a folha em branco nunca vai te censurar, nem rir de você. Ela vai colher suas ideias e pedir mais.

Escrevendo, você se conhece, nomeia o mundo que te rodeia. Encontra as palavras que, generosamente, expressam seus sentimentos mais secretos (e latentes). Escrevendo, você também inspira, cria e espalha afetos. Constrói pontes, sugere caminhos. Produz conhecimento (porque existe um manancial inesgotável de informações e percepções dentro de você).

E, nessa prática ousada e corajosa, você vai se refinando, tirando os excessos do seu texto, ou expandindo uma ideia que nasceu tímida.

E vá além: mastigue suas palavras com uma generosidade amorosa, leia em voz alta, mais de uma vez. Assim, você absorve os ritmos das palavras, mapeia aquilo que as une (ou as separa), como uma partitura musical.

SIM, O TEXTO também é música: se estiver truncado, difícil, a sonoridade das palavras vai te alertar. Se estiver fluido, encadeado, bem tecido, a música mais harmoniosa e autêntica vai te preencher, exatamente aquela que jorra da sua fantástica vida interior.

Escrever te liberta.

Porque o caminho para a liberdade é conhecer o mundo que mora dentro.

26/08/2021