Em 2013, me apaixonei pela arte urbana, principalmente as inscrições encontradas em espaços públicos.
A brecha: uma poesia, uma frase, uma provocação, ferindo a lógica burocrática do concreto cinza.
São as Grafias Visuais, um projeto que pretendo concluir e, quem sabe, transformar em livro: o que as ruas gritam? Qual é o apelo? Ou o convite? Ou a insinuação?
Dá pra brincar bastante com as frases e suas possíveis interpretações.
Encontrei essas frases que deixam convites para a criação. Sem nenhum propósito, a princípio.
Apenas pelo prazer de dar vazão ao anseio de criação de que existem em nós.
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