Penso, logo…

O pensador René Descartes é o autor da famosa frase: Penso, logo existo.

Na obra O discurso do método, ele lançou as bases do cartesianismo. Em 1637.

Em minhas andanças, encontrei algumas inscrições que fazem uma releitura interessante dessa frase.

A arte urbana subverte a filosofia clássica.

Pra quem não sabe, desde 2013, registro as inscrições em espaços públicos, as Grafias Visuais. E essa arte tem um potencial imenso: a subjetividade transborda, convida, provoca!

É a arte da brecha em seu estado puro!

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Quando literatura e fotografia se misturam

Em 2013, me apaixonei pela arte urbana, principalmente as inscrições encontradas em espaços públicos.

A brecha: uma poesia, uma frase, uma provocação, ferindo a lógica burocrática do concreto cinza.

São as Grafias Visuais, um projeto que pretendo concluir e, quem sabe, transformar em livro: o que as ruas gritam? Qual é o apelo? Ou o convite? Ou a insinuação?

Dá pra brincar bastante com as frases e suas possíveis interpretações.

Encontrei essas frases que deixam convites para a criação. Sem nenhum propósito, a princípio.

Apenas pelo prazer de dar vazão ao anseio de criação de que existem em nós.

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