Olá, eu sou a Nina! A garota napolitana.
Faz exatamente 3 meses que minha história encontrou leitores. Isso me causa espanto, no melhor sentido, porque fiquei me perguntando se minha vida é interessante ao ponto de se tornar um livro.
Fiz uma breve reflexão, usando meu olhar jornalístico, e concluí que sim, não porque eu tenha uma vida extraordinária, mas porque podemos nos reconhecer naquilo que temos de vulnerável, nas nossas dores e alegrias.
Acredito também que podemos dialogar sobre questões difíceis, como a aversão a quem é diferente, relacionamentos tóxicos, machismo…
Escrevo pra vocês do ano de 2005, e muitas pessoas debatem um ponto importante: será que o avanço tecnológico e a internet podem ampliar nossa visão de mundo, ou estou sendo ingênua?
Não quero ser pessimista, porque é um momento para celebrar. Então, agradeço a todas as pessoas que mergulharam em minha história, se sentiram tocadas e toparam dialogar.
E, pra quem ainda não conhece, peço uma chance, porque sei que tem um pedaço seu em minha jornada.
Aliás, aos três meses, um bebê começa a sorrir.
Devo isso a vocês.
Um abraço,
Nina.